O policial militar Bruno Cardoso dos Passos foi preso neste domingo (8) suspeito de atirar contra amigos em Brasília. O ataque matou 1 mulher e feriu 4 pessoas.
Em depoimento, o suspeito afirmou não se lembrar dos disparos. Ele negou desentendimentos e o uso de drogas, mas disse ter ingerido bebida alcoólica antes do crime.
O grupo de 16 pessoas retornava de um aniversário em um veículo alugado. O PM recém-formado fugiu após os disparos, mas foi preso no Parque da Cidade.
O policial militar Bruno Cardoso dos Passos, de 27 anos – preso neste domingo (8) suspeito de atirar contra o próprio grupo de amigos em um posto de combustíveis na Asa Sul, em Brasília – afirmou em depoimento à polícia que não se lembra de ter efetuado os disparos.
Cinco pessoas foram atingidas. Alessandra da Silva, de 26 anos, morreu no local. Outras duas mulheres, de 20 e 26 anos, e dois homens, de 24 e 28 anos, ficaram feridos.
Ainda em seu depoimento, Bruno disse que havia ingerido bebida alcoólica na noite do crime, mas que não fez uso de drogas. Ao ser perguntado se havia se desentendido com o grupo ou a esposa, que também foi atingida pelos disparos, ele negou.
As quatro vítimas que sobreviveram foram encaminhadas a unidades de saúde. O caso é investigado pela 1ª Delegacia de Polícia.
Entenda o caso
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O crime foi na madrugada deste domingo (8). Segundo informações da Polícia Militar (PMDF), o grupo de 16 pessoas retornava de uma comemoração de aniversário, em um veículo alugado para o transporte dos convidados.
De acordo com a Polícia Civil, houve um desentendimento e o suspeito iniciou os disparos.
Bruno Cardoso dos Passos é recém-formado no curso de formação de praças da PMDF. Ele fugiu após atirar, mas foi preso em flagrante no Parque da Cidade, horas depois.
Em nota, a PMDF disse que "lamenta profundamente o episódio, manifesta solidariedade aos familiares e amigos da vítima fatal e deseja pronta recuperação às pessoas feridas".
"A instituição reafirma que não compactua com condutas dessa natureza e que todas as medidas legais, criminal, disciplinar e administrativas cabíveis serão adotadas", diz a corporação.




